sábado, 24 de março de 2018

O TEMPO DOS DEUSES

   Depois de UMA hora é duas horas. Depois de três horas é quatro no relógio dos homens. O Fio da NAVALHA de OKAN aponta sempre para um ponteiro: Os sentidos com as vistas dos olhos, as diversas nuances dos cheiros cheirados, o ouvir os sons da natureza que viaja pelo ar e até mesmo os tatos da pele que nos tocam os apelos dos pelos sensitivos. ENTÃO descobrir-se e revelar-se mais humano em meio a um temporal de  adversidades da vida, pode ser um poço sem saídas do LABIRINTO.

    Somos um MINOTAURO em busca de um FIO de ARIADNE perdido, como analogia de uma sabedoria que brota de dentro da alma. Mas que as dicotomias entre o bem e o mal, nos anulam das profundezas que poderiam nos possibilitar mais alternativas de FIOS da DEUSA  ARIADNE, muito mais amplos do que as duas opções, daquelas que nos ofereça a NAVALHA de OKAN.

    Por ela não haverá um FIO tortuoso e incompleto, pois se a resposta aos nossos dramas, se não estiver numa porta,  a solução terá que ser procurada na outra porta. Nesta filosofia tecnê em radicais doses, não nos caberia esperar algo da poética dos SÍMBOLOS SAGRADOS. Na poesia dos CONTOS da ALMA HUMANA, a imaginação criativa e lúdica alimenta a nossa esperança de que haverá algo mais na vida humana do que nossa vã filosofia cartesiana possa admitir.




                                                                              CHORÓ BOI.MACHO;



                                                                                    CHORÓ BOI FÊMEA.

Gisnaldo Amorim Pinto.

  

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